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	<title>Reflexões Digitais v2.5</title>
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	<description>blog voltado para discussao de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, seguranca, life hack, comunicacao, publicidade, tecnologia e negocios.</description>
	<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 00:21:46 +0000</pubDate>
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		<title>O nosso mundo Google</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/22/o-nosso-mundo-google/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 16:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /> </p>
<p align="justify">Por que a cada dia estou mais “amarrado” ao Google? Será que é porque uso o Gmail? Gtalk? Google Maps? Orkut? Google Docs? Youtube? Ou será que é porque o iGoogle é minha página inicial? Tenho que confessar, a Google já dominou minha vida digital e, qualquer passo que pense em dar dentro do universo on-line possivelmente passarei por algum território googleniano antes de chegar ao meu destino final.</p>
<p align="justify">Me pego, cada vez mais, passando mais tempo dentro do domo da Google, seja para realizar uma busca, checar um e-mail, assistir um vídeo, escrever um documento, mandar um recado para um amigo ou, até mesmo, buscar por novidades, afinal a Google tem quase um lançamento por dia, seja de um novo produto ou de upgrades nos produtos já existentes. O mais incrível é que eu posso deixar de usar os serviços da Google quando eu quiser, ninguém me obriga a utilizá-lo como plataforma de navegação.<!--more--></p>
<p align="justify">Desconfio de como tenha me tornado um Googlemanico: Tudo começou com a página de busca da Google e o browser. Diferentemente de muitas plataformas de busca a ferramenta desenvolvida em Moutain View é muito inteligente. Não podemos ser ingênuos ao ponto de crer que a Google não rastreia, armazena e estuda nossos passos dentro – e possivelmente fora – do seu território. Agora, essa maravilha da internet é capaz de saber todos meus hábitos, sonhos, desejos e me oferecer um conteúdo – publicitário ou editorial – de acordo com meu perfil querendo eu ou não.</p>
<p align="justify">Aparentemente, não estou sozinho e sinto a Google muito perto de mim. Enquanto a União Européia recusou a compra da DoubleClick para manter um nível competitivo dentro do mercado europeu do lado oposto, os EUA aprovaram a aquisição ignorando completamente os aspectos em torno da privacidade. Aqui no Brasil estamos indo no mesmo caminho trilhado pelos americanos.</p>
<p align="justify">Muitos grupos de advogados e órgãos como o Public Interest Research e o Eletronic Privacy Information Center, estão bastante preocupados com a fusão da Google e Doublelick. Para esses opositores a Google está montando uma rede de acesso a dados pessoais muito agressiva. Uma das maiores preocupações é com quem a google compartilhará nossas informações pessoais, até que ponto podemos não permitir esse compartilhamento?</p>
<p align="justify">Até agora, a Google apenas garante que a maior parte dos usuários da Internet se preocupa mais com a conveniência do que com a privacidade. Pensam em Moutain View que somos bitolados e não nos incomodamos de usar seus serviços belos e gratuitos e troca de ter nossas informações pessoais vendidas aos anunciantes.</p>
<p align="justify">A Google ainda garante que todas as informações do nosso perfil vendidas para os anunciantes é anônima; eles não vendem informações sobre o Diego Cox, estão vendendo é a informação contida no login dcox, onde estão todas as informações sobre o que eu gosto ou não, por exemplo.</p>
<p align="justify">Até ai tudo bem, mas as informações ao meu respeito estão ficando cada vez mais completas e refinadas, esse é o perigo. Essa informação tende a se tornar tão especifica que qualquer anunciante poderá saber quem somos individualmente. E com certeza, não são apenas os anunciantes que nos preocupam. O que falar sobre as agencias do governo, monitoramento bancário e muito mais?</p>
<p align="justify">Alguns experts questionam se a privacidade é uma preocupação concentrada na geração antiga, com mais de quarenta anos. Citam o alto grau de exibicionismo contido em sites como o Orkut, MySpace e Youtube, tentando provar que a geração vinte e alguma coisa está mais empenhada em se exibir do que se resguardar.</p>
<p align="justify">Melhor do que qualquer grande empresa, a Google assimilou a essência da computação sobre demanda, conquistando uma enorme vantagem competitiva frente aos seus rivais. Software virou serviço, o qual a Google prove, simplificando e barateando a vida dos usuários de internet. Suas aplicações são de fácil aprendizado e utilização. Qualquer usuário pode agrupar seu e-mail, com noticias, seus documentos, sua agenda, lembrete de aniversários e muito, mas muito mais. Esse tipo de serviço, e acima de tudo cultura, ainda não está disponível para a maior parte da população, mas a Google acredita e investe no futuro.</p>
<p align="justify">Mas o modelo “on-demand” requer um extraordinário nível de confiança. Brigamos contra a dominação da Microsoft durante a última década, mas nossos documentos sempre estiveram salvos em nossas mãos e com acesso restrito. O que faz uma empresa como a Google com a minha informação, meus documentos, e meu histórico de buscas e navegação?</p>
<p align="justify">A Google escapa pela tangente a essa pergunta: filtram a minha informação para me exibirem uma publicidade relevante que reflitam meus reais interesses. Mas até que ponto quero exibir anúncios relevantes a mim para qualquer um que possa por acaso acessar meu perfil? Quais são os dados que a Google compartilha a meu respeito com os anunciantes, governo, ou qualquer outra entidade?</p>
<p align="justify">A nova onda de invasão de privacidade é um novo paradigma do meio, novas rodadas de negociações serão iniciadas, novas leis surgirão, quem sabe uma legislação especifica, e se tudo der certo, nós usuários ainda seremos capaz de “customizar” quais informações são ou não privadas a nosso respeito.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/privacidade" rel="tag">privacidade</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag">Publicidade</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/youtube" rel="tag">YouTube</a>]]></description>
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		<title>A nova Internet</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/14/a-nova-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 18:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img align="left" src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_reflexoes.jpg" alt="hd_reflexoes.jpg" /></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">De fato a revolução on-line antige limites cada vez mais abrangentes e inimaginados. Ainda me lembro lá pelo ano de 1996 quando o “Cadê?”, maior site de busca Brasil na geração “Web 1.0”, indexava a internet de forma manual. Isso atualmente parece patético, mas na época esse trabalho braçal fez do “Cadê?” a primeira grande potencia da internet tupiniquim.</p>
<p align="justify">A coisa evolui muito e muito rápido, vieram as bolhas, as novas descobertas, o Google, Yahoo, o ICQ virou MSN - a maior conquista on-line da Microsoft. Nessa fase da internet, pós 2000, o desafio era construir grandes sistemas inovadores que despertassem o interesse do público para aquele novo meio.<!--more--></p>
<p align="justify">As instituições financeiras como bancos e operadoras de cartões auxiliaram de forma bastante intensiva o aumento da credibilidade do meio e, criou uma base sólida para o surgimento do e-commerce – do jeito que conhecemos hoje.</p>
<p align="justify">Mas, isso também já é passado. Porque a reboque da mega popularização virtual vieram as redes sociais, os relacionamentos on-line, a participação do usuário, a democratização dos vídeos na web, os blogs e tudo aquilo que conhecemos como Web 2.0.</p>
<p align="justify">O CEO da Google, Eric Schmdit falou - <a target="_blank" href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/09/13/o-que-e-a-web-30-segundo-eric-schmidt/"><strong>a pouquíssimo tempo </strong></a>- que estávamos no final de uma era e que tudo iria mudar em breve. Em um momento complicado, talvez o mais delicado da historia da Google, onde o Facebook surgiu como um grande filão, se revelando uma esperança para as agonizantes Microsoft e Yahoo. A Google incia um movimento em cadeia que em menos de 24 horas muda de forma drástica a visão desse tão novo e turbulento mercado.</p>
<p align="justify">Talvez seja a maior idade da internet, dentro de todos esses acontecimentos algumas  lições já podem ser aprendidas.</p>
<p>1- Não serão mais os grandes sistemas que guiarão a rede e sim a integração de milhões de micro sistemas.<br />
2- A internet vai muito além do computador pessoal.<br />
3 - Cada vez mais a Microsoft lembra a IBM, será mesmo esse o futuro?<br />
4- Nossa privacidade estará cada vez mais invadida, formulas para proteção opcional da privacidade serão vistas como diferencial.</p>
<p>Concordam?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-3.0" rel="tag">web 3.0</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/youtube" rel="tag">YouTube</a>]]></description>
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		<title>O Google Phone não será apenas mais um aparelho móvel</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/10/10/o-google-phone-nao-sera-apenas-mais-um-aparelho-movel/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 20:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/google_phone.jpg" alt="google_phone.jpg" /></p>
<p>Por mais de dois anos, um grande grupo de desenvolvedores da Google trabalhou arduamente no projeto secreto de um aparelho celular. Durante todo o tempo de desenvolvimento o mercado da tecnologia especulou bastante sobre o que seria o Google Phone ou GPhone.</p>
<p align="justify">A surpresa veio quando a Google revelou que a sua intenção não é de lançar um concorrente ao iPhone, seus objetivos são bem diferentes aos da Apple. A maior empresa da internet mundial pretende expandir seu domínio na publicidade on-line para a publicidade móvel, ainda um pequeno mercado, mas com uma grande expectativa de rápido crescimento.<!--more--></p>
<p align="justify">Dessa forma a ambição googleniana visa persuadir as operadoras de telefonia móvel e os fabricantes de aparelhos celulares a utilizarem o seu software, dessa forma o custo dos aparelhos e tarifas telefônicas seriam reduzidas, pois a publicidade exibida dentro do software da Google subsidiaria parte desses custos. A Google pretende lançar seu modelo de telefonia móvel até o final desse ano, e os aparelhos baseados na sua tecnologia seriam vendidos a partir do ano que vem.</p>
<p align="justify">Alguns analistas consideram que o projeto não terá um impacto revolucionário no seu lançamento, não será uma mudança abrupta de paradigma assim como foi no lançamento do iPhone que revolucionou o mercado com novas ferramentas e funcionalidades.</p>
<p align="justify">“O iPhone foi um marco em termos de como as pessoas utilizam os aparelhos de celular. Já o GPhone, caso ele seja realmente lançado, ajudará a Google a distribuir seus serviços em uma nova plataforma on-line. ”, declarou Karsten Wide, analista do IDC.</p>
<p align="justify">Enquanto a Google desenvolvia seu software, viu-se obrigada a criar alguns aparelhos para servir como protótipo de demonstração aos fabricantes, mas não está nos planos da empresa fabricar aparelhos móveis propriamente ditos.</p>
<p align="justify">Dessa forma, fica claro que a Google não está desenvolvendo um gadget para competir com o iPhone, mas está criando um software para concorrer com o Windows Mobile da Microsoft e outros sistemas operacionais utilizados em aparelhos móveis. Ao contrario da Microsoft a Google não pretende cobrar pelas licenças do software distribuído aos fabricantes de aparelhos celulares.</p>
<p align="justify">“O ponto essencial da estratégia da Google é a criação de um aplicativo de código livre para competir com o Windows Mobile. Eles colocarão a telefonia móvel no mundo do software livre e, certamente, abalarão o mercado do Windows Mobile.”, disse um executivo da Google à revista Times.</p>
<p align="justify">A Google se recusa em comentar qualquer coisa a respeito do seu projeto. Mas o CEO da empresa, Eric Schmidt, declarou que essa é a maior oportunidade de crescimento na história da Google. “Estamos fazendo um grande investimento em aparelhos móveis e em plataformas móveis”.</p>
<p align="justify">O impacto do GPhone dependerá da habilidade da empresa em firmar acordos com as operadoras, essas têm o poder de distribuir centenas de milhões de cópias do aplicativo por ano e podem controlar quais softwares podem ou não rodar nos aparelhos de seus clientes.</p>
<p align="justify">Algumas operadoras, especialmente nos EUA, receberam de forma animadora essa notícia. Empresas como a Verizon e a AT&amp;T têm gastado bilhões de dólares construindo e melhorando suas redes, investindo em relacionamentos mais sólidos com seus clientes, subsidiando aparelhos e criando seus próprios portais de internet móvel. Agora essas operadoras querem ter certeza que seus investimentos serão pagos, em parte, através da publicidade móvel.</p>
<p align="justify">A maioria das operadoras não quer comentar sobre os planos da Google. Contudo o CEO da Vodafone Inglesa, que já oferece serviços da Google aos seus clientes, declarou que ainda não está claro quais funcionalidades realmente inovadoras a gigante de Moutain View irá oferecer no seu aplicativo.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag">Análises</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/curiosidades" rel="tag">Curiosidades</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/mobile" rel="tag">Mobile</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/novidades" rel="tag">Novidades</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag">Publicidade</a>]]></description>
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		<title>As redes sociais e a publicidade on-line</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/10/02/as-redes-sociais-e-a-publicidade-on-line/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 19:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_publicidade.jpg" alt="hd_publicidade.jpg" /> </p>
<p align="justify">Existem diversas opiniões sobre o impacto – positivo ou negativo – das campanhas publicitárias desenvolvidas para redes sociais. Já temos alguns poucos – mas bons - exemplos dessa nova tendência do mercado da publicidade on-line.</p>
<p align="justify">Uma campanha que gerou resultado positivo foi a dos chocolates Cadbury, na tentativa de <a target="_blank" href="http://edelmandublin.com/blog/2007/0829/will-the-wispa-campaign-set-a-precedent-for-the-internet/"><strong>re-introduzir suas barras Wispa a partir de uma ação on-line</strong></a>. De acordo com o Pixelblog a campanha gerou <a target="_blank" href="http://www.pixelpod.co.uk/blog/2007/08/31/facebook-case-study-cadburys-wispa-campaign/"><strong>mais de 14 mil assinaturas</strong></a> nos grupos criados dentro do Facebook, a aceitação do produto é muito maior do que a estimada pelo núcleo de marketing da empresa.<!--more--></p>
<p align="justify">Já o banco HSBC destinou parte da sua verba publicitária para realizar <a target="_blank" href="http://www.hyperempowered.com/2007/09/lessons-in-repu.html"><strong>novas formas de propaganda</strong></a>, a idéia era disponibilizar empréstimos sem juros para estudantes que estivessem se formando ou ingressando na universidade nesse verão (americano). A campanha – no Facebook - não obteve o retorno esperado e foi rapidamente abandonada.</p>
<p align="justify">Numa primeira análise é difícil perceber algum link entre uma campanha de chocolates e uma de um banco, mas o Facebook tem as respostas que procuramos. Como em qualquer veículo existem produtos que repercutem e outros não, no caso do chocolate o sucesso da campanha foi instantâneo pelo fato de ser um produto muito conhecido pelos americanos. A retirada do Wispa do mercado criou uma legião de órfãos amantes do produto, por isso foi muito simples e rápida a conquista de milhares de assinaturas.</p>
<p align="justify">Já no caso do HSBC o produto oferecido é menos conhecido e cria um grande receio por parte do consumidor, afinal empréstimos a juros zero é quase um presente do Papai Noel. E esse foi o motivo do fracasso, pelo que tudo indica redes sociais são bons lugares para produtos populares, lançamentos e novidades devem antes ser divulgados – primeiramente - em mídias mais convencionais.</p>
<p align="justify">Contudo ambos os exemplos ilustram a crescente influencia das redes sociais para a o “branding” de grandes marcas.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag">Análises</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/cadbury" rel="tag">cadbury</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/facebook" rel="tag">facebook</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/hsbc" rel="tag">hsbc</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag">Publicidade</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/wispa" rel="tag">wispa</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>As redes sociais e a nova bolha digital</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/09/19/as-redes-sociais-e-a-nova-bolha-digital/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 18:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/06/hd_social_ntw2.jpg" alt="hd_social_ntw2.jpg" /> </p>
<p align="justify">Se o Facebook, Orkut, MySpace e outras redes sociais ainda não são suficientes para preencher todas as necessidades dos consumidores, não tem problema. Existem, pelo menos, mais uma dúzia de sites sociais especializados em nichos específicos.</p>
<p align="justify">Durante a conferencia <a target="_blank" href="http://www.techcrunch40.com/2007/index.php"><strong>TechCrunch40</strong></a>, realizada em São Francisco na última Segunda e Terça-feira, um dos blogs, de tecnologia, mais populares da internet dedicou dois dias para palestras em torno de start-ups. Os projetos de redes sociais foram o centro das discussões.<!--more--></p>
<p align="justify">Iniciando sua jornada on-line está o <a target="_blank" href="http://www.gather.com/"><strong>Gather</strong></a>, batizado como um “Myspace Escolar” que oferece menos firulas e mais widgets acadêmicos. O projeto já atraiu mais de 20 milhões de dólares em investimentos. Ainda na área acadêmica foi lançado o <a target="_blank" href="http://www.shelfari.com/"><strong>Shelfari</strong></a>, um site para estudantes e professores trocarem idéias.</p>
<p align="justify">O pessoal de entretenimento também está apostando pesado em redes sociais para seu nicho, existem mais de cinqüenta empresas querendo chamar a atenção de investidores e repórteres. Nesse segmento se destacam: o <a target="_blank" href="http://www.flowplay.com/"><strong>Flowplay</strong></a>, mais um mundo virtual para adolescentes, o <a target="_blank" href="http://www.dancejam.com/"><strong>Dancejam</strong></a>, site baseado na cultura musical do usuário e o <a target="_blank" href="http://www.ipartee.com/"><strong>Ipartee</strong></a>, comunidade on-line que encontra e relaciona as melhores festas da cidade ao perfil do usuário.</p>
<p align="justify">A ThisNext aposta no comercio eletrônico, indicando todos os produtos que a rede do usuário está consumindo. Para o seu fundador, Alyson Wilson, os amigos geralmente compram o que seus amigos estão comprando. O discurso da <a target="_blank" href="http://www.thisnext.com/"><strong>ThisNext</strong></a> está tão redondo que o grupo <a target="_blank" href="http://www.clearstone.com/content/html/home.htm"><strong>Clearstone Venture Partners</strong></a> comprou a idéia e está investindo no produto.</p>
<p align="justify">No entanto, parece que as lições do passado não foram assimiladas pela galera que embarcou na onda das redes sociais. A proliferação desse mercado não deixa dúvidas que os sites sociais estão criando mais uma bolha digital. Certamente 90% desses produtos não alcançarão seu segundo ano de vida, ou serão absorvidos por sites maiores – alias, presumo que essa seja a maior aposta dos criadores dessas novas redes.</p>
<p align="justify">Por isso continuo apostando no Facebook e me pergunto: Quem vai abocanhar essa maravilha do mercado de redes sociais? Apostaria na Microsoft ou Yahoo, mas a Google sempre é um comprador em potencial e essa já é outra história&#8230;</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag">Análises</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/curiosidades" rel="tag">Curiosidades</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>O Facebook foi desenvolvido em cima de um código roubado?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/27/o-facebook-foi-desenvolvido-em-cima-de-um-codigo-roubado/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 18:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<category><![CDATA[Empresas]]></category>

		<category><![CDATA[Crimes Digitais]]></category>
<dc:subject>Crimes Digitais</dc:subject><dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Redes Sociais</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/04/hd_facebook.jpg" alt="hd_facebook.jpg" /> </p>
<p align="justify">Enquanto o Facebook continua atraindo a atenção de todos, devido a sua superioridade em relação aos concorrentes e as especulações de uma possível aquisição ou até mesmo um IPO, veio a tona uma briga que já dura mais de três anos que acusa o fundador da plataforma social, Mark Zuckerberg, de ter roubado o código fonte.</p>
<p align="justify">O processo, aberto pelos irmãos Cameron e Tyler Winklevoss junto com Divya Narenda, acusa o CEO de 23 anos e garante que tanto o código fonte quanto o layout e o modelo de negócios foram adquiridos por Zuckerberg na mão grande. O roubo haveria acontecido em 2003 quando o projeto ainda era desenvolvido nos dormitórios da universidade de Harvard.<!--more--></p>
<p align="justify">Segundo o trio Zuckerberg desenvolvia na época sua própria plataforma social, batizada como ConectU. Ao saber que o trio estava desenvolvendo algo similar o CEO do Facebook invadiu os dormitórios e surrupiou todos os planos do Facebook, história digna de Hollywood essa.</p>
<p align="justify">O processo aberto pede que o Facebook seja desligado e o controle total do site – e suas receitas, obviamente – sejam transferidos para os verdadeiros criadores da plataforma.</p>
<p align="justify">A corte federal americana finalmente resolveu desenterrar o caso e dar prosseguimento ao processo a partir desse mês. Sinceramente acredito que o pleito do trio de Havard seja negado, na melhor das hipóteses conseguirão alguma participação, ínfima, dentro do projeto ou alguma compensação financeira.</p>
<p align="justify">Esse caso me lembrou o processo aberto pela Yahoo! frente a Google logo após o IPO da gigante de Moutain View. A Google foi obrigada a pagar 2,7 milhões de dólares em ações por ter quebrado a patente da Overture no desenvolvimento do AdWords.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/crimes-digitais" rel="tag">Crimes Digitais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		<title>Você deseja ser comprado pela Google?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/26/voce-deseja-ser-comprado-pela-google/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/26/voce-deseja-ser-comprado-pela-google/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 18:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
<dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>Google</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/banner_google_01.jpg" alt="Google" /> </p>
<p align="justify">Zenter Wayne e Roby Walker são mais dois exemplos de jovens empreendedores que desejavam desesperadamente ter sua idéia comprada por empresas como a Google, Microsoft ou Yahoo!. Crosby e Walker conseguiram, seus desejos foram realizados e sua idéia foi comprada pela gigante de Moutain View.</p>
<p align="justify">Um pouco menos de seis meses atrás Crosby deixou sua esposa grávida em Phoenix e junto com Walker foram tentar a sorte no Vale do Silício. Alugaram um pequeno apartamento e começaram a escreves milhares de linhas de código dia após dia. Depois de alguns meses sua idéia começou a se tornar realidade e seu aplicativo de apresentações on-line, estilo Power Point, começou a ganhar vida.<!--more--></p>
<p align="justify">Mas como a dupla atraiu a atenção da maior empresa da web? A seguir descrevo algumas estratégias adotadas por Zenter Wayne e Roby Walker que atraíram a atenção e ajudaram a dupla a conquistar seu merecido espaço no cobiçado time da Google.</p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><strong>Não foque em ser comprado</strong>: Esse jogo é parecido com o de uma mulher que deseja desesperadamente casar. Sem dúvida existe o desejo de ser comprado por uma grande empresa, mas em 99% das vezes que você pensa somente em casar ou ser comprador, isso não acontece. Segundo Paul Graham um dos fundadores da <a target="_blank" href="http://www.ycombinator.com/"><strong>Y Combinatory</strong></a> – escola especializada em startups - o caminho para ser comprado rapidamente é não focar nisso, a aquisição de uma empresa por outra é uma conseqüência de muito trabalho e um bom produto por isso o foco deve estar concentrado na empresa e no produto, não na possível aquisição.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Mantenha o foco no usuário</strong>: Esse é um dos quesitos mais importantes que deve ser sempre lembrado pelos empreendedores. “Todas as startups que focam na concorrência e se esquecem do usuário não sobrevivem. O usuário deve desejar seu produto, caso contrário eles podem matar a empresa”, analisa Graham.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Ignore as limitações, encare os problemas de um ângulo diferente</strong>: Não é suficiente desenvolver uma aplicação web derivada de algum software off-line – como o Word ou Power Point. Zenter buscou desenvolver uma aplicação que pudesse apresentar slideshows aproveitando todas as vantagens disponíveis na internet, como a possibilidade de criar apresentações comunitárias e oferecer a funcionalidade de “drag and drop” de elementos encontrados na web para dentro da apresentação. “Todo sistema ou plataforma têm as suas limitações. Algumas pessoas deixam de criar funcionalidades justificando na incapacidade do browser em executar determinados comandos.”, comentou Crosby no seu primeiro dia na Google. “Nós especificamos o que gostaríamos de desenvolver para depois buscar um caminho que ultrapassasse as limitações”.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Não tenha medo de encarar os gigantes:</strong> Grandes empresas como a Google, Yahoo e Microsoft certamente têm mais força de trabalho e recursos financeiros que uma startup, mas essas empresas também apresentam desvantagens. “Muitas vezes essas grandes empresas não se sacrificam, como dois rapazes dormindo ao relento, para desenvolver seus produtos da melhor forma possível”, disse Graham. Temos bons exemplos para ilustrar essa tese, a Google comprou o Youtube que é um aplicativo superior ao Google Videos, o eBay comprou o PayPal, porque é muito mais conhecido e tem uma credibilidade muito maior que o Billpoint. Grandes empresas também possuem restrições das quais uma startup não precisa se preocupar. “A Microsoft precisa pensar sobre aplicativos baseados na web que não depreciem o Windows. Empresas como a Zenter não precisam se preocupar em atingir o Windows. Tudo que pensamos é desenvolver a melhor aplicação possível.”, conclui Graham.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Muita atenção aos detalhes:</strong> Quando seu produto está 80% concluído, significa que ainda existem mais 80% para ser feito. “Para desenvolver algo realmente bom é necessário ter muita concentração aos detalhes. Isso o destacará da concorrência. Você pode ter o melhor algoritmo do mundo e o melhor processamento, mas se o usuário não obtiver uma experiência completa e agradável não adianta nada.”, conclui Crosby.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Case com uma mulher realmente compreensiva:</strong> A esposa de Crosby estava grávida de quarto meses quando seu marido foi se juntar com o pessoal da escola Y Combinator, em Mountain View. “Ela foi extremamente paciente, sabia que era um processo longo, mas sempre confiou em mim e no Robby, isso me deu  mais força para trabalhar duro.”, analisa Crosby.</p>
</li>
</ul>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>De quem é a responsabilidade?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/15/de-quem-e-a-responsabilidade/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/15/de-quem-e-a-responsabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 19:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aloisio Carlos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>

		<category><![CDATA[Crimes Digitais]]></category>
<dc:subject>Crimes Digitais</dc:subject><dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>Geral</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img width="448" src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/06/hd_crime.jpg" height="52" /></p>
<p align="justify">Será que um e-mail de conteúdo ilícito, enviado por empregado, através da conta de e-mailcorporativa, durante a jornada de trabalho e através dos sistemas da empresa, pode gerar responsabilidades da empresa?</p>
<p align="justify">No Brasil, a questão é polêmica. O nosso Código Civil adota o sistema da responsabilidade objetiva, ou seja, há responsabilidade do empregador, independentemente de culpa, pelos atos praticados por seus empregado, durante o exercício ou em razão dele, existindo obrigação de reparação do dano.<!--more--></p>
<p align="justify">Imagine só o problema: a empresa precisa fornecer ao empregado o acesso à Internet e o endereço de e-mail, para que sirva como ferramenta de trabalho, agilizando todos os seus procedimentos internos e externos. Paralelamente, a corporação está fornecendo ao empregado um instrumento que pode ser utilizado para a prática de inúmeros ilícitos, que vão desde um simples e-mail que gere responsabilidade em indenizar por danos morais, até mesmo a prática de concorrência desleal, com a divulgação de informações confidenciais da companhia.</p>
<p align="justify">Nesse sentido, a Corte de Recursos da Califórnia, entendeu o contrário. O posicionamento foi de que o empregador não pode ser responsabilizado por e-mails de conteúdo ilícito que não se relacionam com a atividade da empresa, ainda que diante da utilização indevida de seus sistemas durante a jornada de trabalho.</p>
<p align="justify">Neste caso, o autor da ação recebeu mensagens eletrônicas ameaçadoras, vindas da conta de e-mail corporativa da empresa e, sentindo-se lesado, moveu ação contra a mesma, utilizando como argumento a teoria da responsabilidade do empregador pela negligência na supervisão de seus empregados, teoria esta também adotada pelo jurídico brasileiro.</p>
<p align="justify">Os e-mails foram enviados pelo empregado da sua estação de trabalho, através do computador instalado no escritório da Companhia. Porém, de forma muito coerente, a Corte decidiu que a conduta indevida praticada pelo empregado foge por completo do escopo da empresa, devendo a mesma ser imunizada em relação à má utilização de seus sistemas informáticos, afastando-se assim a responsabilidade pelo ilícito.</p>
<p align="justify">No Brasil o cenário jurídico não é conclusivo. Inclusive, em recente julgado, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul), entendeu que o empregador, ao deixar de tomar providências para apuração de envio de e-mails de conteúdo ofensivo à honra do empregado, é responsável pela indenização dos danos morais sofridos por este.</p>
<p align="justify">Desse modo, os administradores deparam-se com uma nova realidade, na qual os meios eletrônicos disponibilizados aos seus empregados como ferramentas de trabalho podem gerar responsabilidades trabalhistas, cíveis e criminais às corporações, pelo uso indiscriminado.</p>
<p align="justify">Sem legislação específica que regulamente o tema e diante desta nova situação de extremo risco jurídico, resta às empresas como estratégia de defesa a adoção de medidas jurídicas para proteção do patrimônio pela segurança da informação, resguardando as corporações quanto aos delitos praticados por meios digitais, gerando maior conforto jurídico em casos de demandas semelhantes à da Corte Californiana.</p>
<p align="justify">Além do objetivo principal de proteção da empresa, os instrumentos jurídicos certamente refletirão na produtividade e qualidade do trabalho desenvolvido, pois através deles é possível adotar a monitoração de e-mails e limitar o uso das máquinas para fins estritamente profissionais, criando fatores inibidores para a navegação imprópria durante a jornada de trabalho, ou como no caso americano, evitar que a empresa seja responsabilizada pelo uso indevido de seus sistemas.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.opiceblum.com.br" title="Opice Blum">Opice Blum</a></p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/crimes-digitais" rel="tag">Crimes Digitais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/geral" rel="tag">Geral</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Minha nada mole vida</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/14/minha-nada-mole-vida/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/14/minha-nada-mole-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 17:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
<dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>Google</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /> </p>
<p align="justify">A cultura corporativa da Google é mundialmente famosa. Todos sabemos que em Moutain View a liberdade e autonimia ditam as regras. Alimentação gratuita, salões de entretenimento, decoração arrojada são alguns dos principais quesitos do ambiente Google.</p>
<p align="justify">Em franca expansão mundial a empresa está abrindo escritórios pelos quatro cantos do mundo. No Brasil a empresa já inaugurou duas bases, uma em BH e outra em SP. Como será que a cultura googleniana está sendo implantada e vista por aqui?<!--more--></p>
<p>O Video a seguir mostra um pouco dessa cultura e do dia-a-dia da Google SP.</p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/TEeftX6mOUs" width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TEeftX6mOUs" /></object></p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Confirmado. Google compra o Feedburner</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/01/confirmado-google-compra-o-feedburner/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/01/confirmado-google-compra-o-feedburner/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 19:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>

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<dc:subject>aquisição</dc:subject><dc:subject>aquisicao</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>feedburner</dc:subject><dc:subject>Google</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_feedburner.jpg" alt="hd_feedburner.jpg" /> </p>
<p align="justify">Os rumores se tornaram realidade, está confirmada a aquisicao do Feedburner pela Google. As razões para essa aqusicao são muitas, mas essas são as principais: será uma importante ferramenta para o Analytics e uma nova funcionalidade para o AdWords. O serviçoo também poderá oferecer diversas informações muito úteis ao Google Reader, para filtrar os artigos mais populares, relevantes e interessantes podendo oferecer aos blogueiros feeds sem a necessidade de “queima-los” no Feedburner.</p>
<p align="justify">O FeedBurner é uma ferramenta importante para os editores de blogs que auxilia a inscrição de seus leitores em Feeds RSS, gerando receita publicitária e tornando seu conteúdo mais acessível. A Google acredita que o conteúdo baseado em Feeds está criando um espaço onde é possível gerar valor aos usuários, anunciantes e editores.<!--more--></p>
<p align="justify">A equipe do Feedburner está otimista <a target="_blank" href="http://blogs.feedburner.com/feedburner/archives/2007/06/feedburner_google.php">segundo nota divulgada </a>no blog oficial da empresa. Se isso não é uma boa novidade para você que usa o Feedburner é possível se descadastrar do serviço enviando um email para <a href="mailto:accountx@feedburner.com">accountx@feedburner.com</a> até o dia 15 de junho. Optando por sair do serviço o usuário terá sua conta permanentemente excluída e todo o histórico de seus feeds. Dessa forma seus dados não serão enviados para a Google.</p>
<p>Será que alguém vai abandonar o Feedburner logo agora que o jogo ficará bom?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/aquisi%C3%A7%C3%A3o" rel="tag">aquisição</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/aquisicao" rel="tag">aquisicao</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/feedburner" rel="tag">feedburner</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Gravadoras em paz com a indústria da tecnologia?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/31/gravadora-em-paz-com-a-industria-da-tecnologia/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/31/gravadora-em-paz-com-a-industria-da-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 May 2007 21:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>

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<dc:subject>Apple</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>emi</dc:subject><dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>Google</dc:subject><dc:subject>gravadoras</dc:subject><dc:subject>YouTube</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_copyright.jpg" alt="hd_copyright.jpg" /> </p>
<p align="justify">Youtube, EMI e Apple tiveram um grande destaque na imprensa hoje, todas as reportagens relacionam um ao outro em histórias diferentes. Vou tentar resumir e reunir todas essas matérias em um único artigo.</p>
<p><strong>Apple + Youtube = benefícios para a Apple TV</strong></p>
<p align="justify">A Google e a Apple anunciaram ontem um acordo para disponibilizar os vídeos do Youtube na Apple TV. Logo ontem que a CNN Money/Fortune estava anunciando o fracasso da Apple TV. O acordo com o Youtube fortalece uma das teses exposta pela <a target="_blank" href="http://money.cnn.com/magazines/fortune/fortune_archive/2007/06/11/100060835/index.htm?postversion=2007053007">CNN Money/Fortune</a>:<!--more--></p>
<p align="justify">“A Apple TV tem uma grande franqueza: oferece um HDTV, mas os vídeos adquiridos por download possuem baixa resolução transformando as imagens em algo pior que a transmissão televisiva tradicional”.</p>
<p align="justify">Logo agora que podemos utilizar o HDTV para também assistir vídeos de baixa resolução adquiridos no Youtube. Tenho certeza que essa é uma parceria que não irá impulsionar a Apple TV, talvez essa parceria seja apenas para certificar que todas as pontas do triangulo amoroso estão conectadas.</p>
<p><strong>Apple + EMI = Fim do DRM. Será?</strong></p>
<p align="justify">Segundo a <a target="_blank" href="http://money.cnn.com/magazines/fortune/fortune_archive/2007/06/11/100060835/index.htm?postversion=2007053007">CNET</a>, parece que a Apple e a EMI estão chegando a um consenso sobre a venda de músicas, através do iTunes, livre do dispositivo DRM. Por apenas trinta centavos extra, por música, o usuário poderá obter uma cópia da faixa sem o DRM.</p>
<p><strong>EMI + Youtube = Vídeos com músicas</strong></p>
<p align="justify">A EMI assinou um acordo com o Youtube que autoriza que suas músicas sejam tocadas nos vídeos do Youtube. De acordo com a <a target="_blank" href="http://www.reuters.com/article/internetNews/idUSN3120053420070531?">Reuters</a>:</p>
<p align="justify">No documento assinado, a EMI autorizou que os usuários do Youtube além de poderem assistir vídeos poderão também gravar, editar e incluir suas faixas nos vídeos que publicam. “Com esse acordo as quatro maiores gravadoras do mundo são parceiras oficiais do Youtube”, declarou Chad Hurley, CEO e co-fundador do Youtube.</p>
<p align="justify">Agora que todas essas gigantes estão - finalmente - em paz, como esses acordos irão afetar seus respectivos mercados?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/apple" rel="tag">Apple</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/emi" rel="tag">emi</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/gravadoras" rel="tag">gravadoras</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/youtube" rel="tag">YouTube</a>]]></description>
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		<title>O patético show de Gates e Jobs</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/31/o-patetico-show-de-gates-e-jobs/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2007 15:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_bill_jobs.jpg" title="hd_bill_jobs.jpg"></a><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_bill_jobs.jpg" alt="hd_bill_jobs.jpg" /> </p>
<p align="justify">Não existe um site, blog ou jornal que não tenha publicado uma linha se quer do encontro de ontem entre o fundador da Microsoft, Bill Gates, e o CEO da Apple, Steve Jobs. Sem dúvida alguma para todos que acompanham o mercado de tecnologia esses dois nomes soam como apóstolos para a igreja católica. Alias, durante muito tempo Gates foi considerado a reencarnação de Cristo, dentro da indústria da tecnologia, enquanto Jobs vestiu durante longos anos a mascara do capeta. Tudo bem que ultimamente a Google anda tirando o brilho desses dois excelentes executivos.</p>
<p align="justify">Os estilos de Gates e Jobs não têm nada a ver, podemos inclusive afirmar que um é o oposto do outro. Enquanto Jobs se apresentou com seu tradicional traje “black suéter tennis shoes”, Gates também não inovou estava lá com sua camisa e óculos tortos como sempre.<!--more--></p>
<p align="justify">Trajes a parte, o encontro dos dois maiores mitos da indústria não passou de uma rasgação de seda recíproca. Os dois executivos tentaram passar uma imagem de admiração mútua – que pode até existir - ao invés de discutirem pontos relevantes à indústria. Não podemos esquecer que ambos são pioneiros da indústria do PC e que suas empresas tomaram rumos totalmente opostos.</p>
<p align="justify">O auto marketing predominou nesse encontro, assim como o marketing apelativo desfiado de um para o outro. Ficou clara a intenção de auto preservação dos dois, parecendo até que Apple e Microsoft foram e são grandes parceiras e que Gates e Jobs costumam a tomar o chá das cinco juntos toda semana. Francamente&#8230;</p>
<p align="justify">Os Deuses do Olímpo tecnológico perderam a oportunidade de discutir temas relevantes ao mercado, de provarem que dentro de uma indústria em transformação dominada pela Google ainda existem cabeças da velha guarda que pensam em inovação tecnológica e estão engajadas no novo caminho da indústria.</p>
<p align="justify">Muito se falou sobre software, hardware e gadgets, mas muito pouco – ou nada – se ouviu à respeito de internet, web 2.0 e a convergência de quase tudo para dentro desse novo mundo. Gates e Jobs mais uma vez demonstraram o quanto desconhecem, ou ignoram, o poder do crescente mercado da web.</p>
<p align="justify">Analisando o encontro de ontem fica muito mais fácil entender o crescente domínio dos meninos de Moutain View, certamente Brin e Page também admiram esses dinossauros da tecnologia, assim como todos nós.  Mas em um confronto direto e público a audácia dessa nova geração colocaria qualquer um dos dois diante de questões relevantes e não apenas tapinhas nas costas como se fossem os melhores amigos ou estivessem alheios a todas as ameaças que suas empresas vem sofrendo do novo movimento tecnológico, a geração web.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/apple" rel="tag">Apple</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/bill" rel="tag">bill</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/curiosidades" rel="tag">Curiosidades</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/gates" rel="tag">gates</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/jobs" rel="tag">jobs</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/steve" rel="tag">steve</a>]]></description>
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		<title>Quem pode ameaçar a Google? (Parte Final)</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/31/quem-pode-ameacar-a-google-parte-final/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2007 13:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /> </p>
<p align="justify">A Google criou um ambiente de trabalho que oferece quase tudo aos seus funcionários, cada trabalhador não fica a mais de 10 metros de um banheiro, alimentos ou bebidas – a comida em Moutain View é sempre gratuita.</p>
<p>Tudo isso cria um ambiente onde as pessoas tendem a não precisar ir para casa. Ninguém trabalha o tempo todo quando estão no trabalho, dessa forma os funcionários da Google estão constantemente conversando, jogando e passando o tempo.</p>
<p align="justify">Vinte por cento do tempo livre é despendido para discutir, elaborar e desenvolver aquelas idéias e projetos brilhantes, das quais 99.75% serão rejeitadas pela empresa. Alguns geeks da Google discutem a sorte que tiveram em ter sua má idéia rejeitada pela empresa, contudo a maioria lamenta a miopia da empresa em ter rejeitado sua idéia revolucionária.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Agora falando em opções de compra de ações e investimentos. Os funcionários da Google podem adquirir ações da empresa e investir durante quatro anos nesses papeis. Dentro de qualquer empresa de tecnologia a possibilidade de transformar o funcionário em investidor muda a postura do indivíduo.</p>
<p align="justify">Na Microsoft durante a década de 80 existia essa opção, mas de certa forma o tiro saiu pela culatra, depois de terem excelentes retornos nos seus investimentos os funcionários – depois de ficarem ricos – deixavam a empresa e abandonavam o investimento. Dentro de empresas que se tornam públicas, assim como fez a Google, esse evento também acontece.</p>
<p align="justify">De certa forma a Google tornou fácil à saída de seus funcionários, através de uma parceria com a Morgan Stanley os funcionários da empresa podem vender suas ações antes de irem embora. Em outras empresas quando um funcionário deseja ir embora antes do prazo de vencimento de seus investimentos, simplesmente perde tudo, ou a maior parte, do que foi investido. Mas na Google o funcionário pode vender suas ações perdendo apenas a diferença proporcional ao prazo do investimento.</p>
<p align="justify">Com todas essas mordomias um funcionário da Google sempre adquire, tempo, dinheiro, experiência e acumula algumas idéias rejeitadas pela empresa que podem ser um grande sucesso fora dela. Sem dúvida, apenas boas idéias não são suficientes é preciso algo mais para ter sucesso.</p>
<p align="justify">Dessa forma o próximo fluxo de idéias não virá de um simples funcionário da Google, mas sim de um grupo de funcionários de Moutain View que planejam seus futuros longe de empresas com sushi gratuito e Coca-cola madrugada adentro. Baseado na qualidade das cabeças que habitam na Google e de pelo menos metade das idéias que foram jogadas fora, podemos garantir que os fundadores da próxima Google certamente estarão jantando em Moutain View esta noite.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>]]></description>
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		<title>Bill Gates e Steve Jobs frente a frente</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/30/bill-gates-e-steve-jobs-frente-a-frente/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 22:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_bill_jobs.jpg" alt="hd_bill_jobs.jpg" /> </p>
<p>Aproveitando o <a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL43924-6174,00.html">encontro histórico de hoje</a>, segue abaixo um vídeo com o resumo - divertido - dos principais assuntos que Mr. Gates e Dr. Jobs discutiram.</p>
<p align="center"><embed flashvars="videoType=preview&amp;videoID=22074700" quality="high" height="360" width="335" src="http://www.current.tv/studio/vm2/vm2.swf" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></p>
<p align="left">Via: <a target="_blank" href="http://www.viuisso.com.br/">Viu isso?</a></p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/apple" rel="tag">Apple</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/bill" rel="tag">bill</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/diversos" rel="tag">Diversos</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/gates" rel="tag">gates</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/jobs" rel="tag">jobs</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/steve" rel="tag">steve</a>]]></description>
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		<title>Quem pode ameaçar a Google? (Parte II)</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/30/quem-pode-ameacar-a-google-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 21:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /> </p>
<p align="justify">A Google conseguiu criar uma potente combinação de força, unindo os maiores gênios das universidades, pequenas empresas e os melhores funcionários da Microsoft, Yahoo!, IBM e demais potências da tecnologia. Essas mentes brilhantes trabalham individualmente e em equipes, vinte por cento do seu tempo é teoricamente utilizado para projetos pessoais que possam ser desenvolvidos pela Google.</p>
<p align="justify">Os fundadores da empresa – Sergey Brin e Larry Page – têm certeza (e com razão) que seus funcionários irão criar, nesses vinte por cento de tempo “livre”, milhares de idéias e tecnologias que a empresa poderá comercializar durante décadas a fio.<!--more--></p>
<p align="justify">Sem dúvida é uma estratégia brilhante que aparenta ser imbatível. Mas não é, a estratégia utilizada pela Google, prezando a imortalidade da empresa, pode ser demasiadamente arriscada colocando tudo a perder e matando a companhia.</p>
<p align="justify">A falha é simples e pode ser dividida em três partes. Primeiro existem milhares de idéias e tecnologias sendo desenvolvidas pelos funcionários da empresa, durante os vinte por cento do tempo livre, focada especificamente para o benefício próprio, e não corporativo. O número de grandes idéias é muito alto para serem colocadas em prática e para serem controladas.</p>
<p align="justify">Dizem que os “gênios” da Google são capazes de produzir até 4.000 idéias ou tecnologias por ano. Vamos imaginar que 1% dessas idéias são verdadeiramente fantásticas. Dessa forma teremos 40 idéias que podem revolucionar o mundo e serem desenvolvidas pela Google, além dessas quarenta idéias fantásticas, imaginem outras 360 idéias que são bastante interessantes, não para a Google, mas certamente para capitalistas de risco. As 3.600 idéias que sobram podem ser descartadas por qualquer um, menos por seus criadores, abordarei isso adiante.</p>
<p align="justify">Os executivos da Google devem ter uma percepção e intuição bastante apuradas para avaliar quais das 4.000 idéias podem ser um diferencial para a empresa, depois devem decidir quais das 40 melhores idéias devem ser desenvolvidas. Contudo, é muito difícil controlar e avaliar essas idéias, por mais brilhantes que sejam os executivos da empresa, por mais organizado que seja esse departamento de idéias a maioria delas são eliminadas.</p>
<p align="justify">A grande pergunta é: Quantas idéias a Google realmente aproveita por ano? Não são as quarenta que a empresa garante desenvolver, tampouco vinte. Uma empresa do porte da Google talvez consiga aproveitar e desenvolver dez das quatro mil idéias, nas quais pelo menos cinco não terão sucesso.</p>
<p align="justify">A Google não é diferente de nenhuma outra grande empresa nesse sentido. Pergunte a qualquer executivo de uma concorrente da Google quantas idéias com um custo de cem milhões de dólares a empresa desenvolveu no último ano. Não necessariamente um custo financeiro direto, mas custos como recursos humanos e tempo para desenvolvimento. A resposta sempre será um número de apenas um digito, dessa forma se a Google conseguisse desenvolver 10 idéias por ano já seria um grande diferencial em relação aos concorrentes.</p>
<p align="justify">Digamos que a Google desenvolva 10 novos projetos – vindo das idéias internas, criadas durante os 20% do tempo livre de cada funcionário -  por ano e cinco desses falharem, ou por frustrar expectativas ou por falta de prioridade.<br />
Assim 390 idéias ficarão órfãs nas quais 35 são excepcionais e outras 355 não são de se jogar fora. O que acontece com essas idéias não aproveitadas? Elas ficam maturando em algum canto, fora do controle da Google.</p>
<p align="right"><a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/31/quem-pode-ameacar-a-google-parte-final/">Continua&#8230;</a></p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>]]></description>
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