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	<title>Reflexões Digitais v2.5</title>
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	<description>blog voltado para discussao de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, seguranca, life hack, comunicacao, publicidade, tecnologia e negocios.</description>
	<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 00:21:46 +0000</pubDate>
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		<title>O nascimento da Web 3.0?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/28/o-nascimento-da-web-30/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 20:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/web3.jpg" alt="web3.jpg" /> </p>
<p align="justify">Uma questão que não sai da minha cabeça: Será a Web 3.0 outro “buzz word” do mercado ou será, de fato, uma reviravolta na indústria?</p>
<p align="justify">A boa e velha Web 1.0 reinou durante os anos 90. Durante esse período todas as mudanças visíveis no “client-side” eram resultantes de alterações e programações nos servidores que proviam determinado conteúdo ou serviço. Nesse período a internet tornou-se popular e comercial.</p>
<p align="justify">Já a Web 2.0 foi um pouco mais que uma evolução tecnológica. O glamour da nova web emergiu junto com a mídia social (onde os usuários criam a maior parte do conteúdo), apoiada em tecnologias como o XML e o AJAX.<!--more--></p>
<p align="justify">Agora começamos a ouvir especulações sobre uma nova tendência, contudo especialistas garantem que a Web 3.0 não será uma revolução e sim uma evolução tecnológica, destinada a prover ao usuário uma experiência ainda melhor, tanto on-line quanto off-line. A Web 3.0 pretende derrubar o muro que divide o browser do desktop, provendo uma integração completa entre componentes e serviços através do sistema operacional.</p>
<p align="justify">A Web 3.0 está apenas começando, basta olhar em volta e perceber que as novas tecnologias estão surgindo vagarosamente, em todos os lugares da internet. O <a target="_blank" href="http://gears.google.com/"><strong>Google Gears</strong></a> pode ser considerada uma das primeiras ferramentas baseada na Web 3.0, permitindo o desenvolvimento de aplicações que funcionem off-line. Graças ao Google Gear, aplicações como o <a target="_blank" href="http://www.rememberthemilk.com/"><strong>Remember The Milk</strong></a>, um aplicativo para gerenciamento de tarefas on-line, pode funcionar de forma off-line. Em breve, seremos capazes de fazer um “drag and drop” de arquivos, diretamente do desktop para o browser (veja esse <a target="_blank" href="http://www.javaatwork.com/"><strong>Java Upload Applet</strong></a>).</p>
<p align="justify">Outro aspecto da Web 3.0 é o uso de gráficos animados, áudio e vídeos de alta definição, 3D, e muito mais, tudo isso dentro do seu browser.</p>
<p align="justify">A principio, as ferramentas da Web 3.0 estarão disponíveis a partir de plugins (Google Gears, Java, Flash, Silverlight). Contudo, vagarosamente, observaremos as empresas desenvolvedores de browsers integrarem todas essas funcionalidades ao próprio browser, seguido de algum tipo de padronização. O “<a target="_blank" href="http://www.whatwg.org/specs/web-apps/current-work/"><strong>HTML 5 Working Draft</strong></a>” parece estar caminhando nessa direção.</p>
<p align="justify">Por isso esse é um excelente momento para os desenvolvedores de front-ends. O maior risco é a fragmentação dessa tendência, isso poderia impedir a criação de um padrão, assim como ocorreu com algumas linguagens de programação. Mas, no curto prazo a tendência é que tudo isso seja desenvolvido a partir de “kits” em javascript. O <a target="_blank" href="http://dojotoolkit.org/"><strong>Dojo Toolkit</strong></a>, por exemplo, já começou a desenvolver funcionalidades para a Web 3.0. Certamente outros frameworks maiores e mais completes surgirão por ai, possibilitando a criação de aplicações que irão surpreender os usuários.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/curiosidades" rel="tag">Curiosidades</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		<title>O nosso mundo Google</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/22/o-nosso-mundo-google/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 16:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /> </p>
<p align="justify">Por que a cada dia estou mais “amarrado” ao Google? Será que é porque uso o Gmail? Gtalk? Google Maps? Orkut? Google Docs? Youtube? Ou será que é porque o iGoogle é minha página inicial? Tenho que confessar, a Google já dominou minha vida digital e, qualquer passo que pense em dar dentro do universo on-line possivelmente passarei por algum território googleniano antes de chegar ao meu destino final.</p>
<p align="justify">Me pego, cada vez mais, passando mais tempo dentro do domo da Google, seja para realizar uma busca, checar um e-mail, assistir um vídeo, escrever um documento, mandar um recado para um amigo ou, até mesmo, buscar por novidades, afinal a Google tem quase um lançamento por dia, seja de um novo produto ou de upgrades nos produtos já existentes. O mais incrível é que eu posso deixar de usar os serviços da Google quando eu quiser, ninguém me obriga a utilizá-lo como plataforma de navegação.<!--more--></p>
<p align="justify">Desconfio de como tenha me tornado um Googlemanico: Tudo começou com a página de busca da Google e o browser. Diferentemente de muitas plataformas de busca a ferramenta desenvolvida em Moutain View é muito inteligente. Não podemos ser ingênuos ao ponto de crer que a Google não rastreia, armazena e estuda nossos passos dentro – e possivelmente fora – do seu território. Agora, essa maravilha da internet é capaz de saber todos meus hábitos, sonhos, desejos e me oferecer um conteúdo – publicitário ou editorial – de acordo com meu perfil querendo eu ou não.</p>
<p align="justify">Aparentemente, não estou sozinho e sinto a Google muito perto de mim. Enquanto a União Européia recusou a compra da DoubleClick para manter um nível competitivo dentro do mercado europeu do lado oposto, os EUA aprovaram a aquisição ignorando completamente os aspectos em torno da privacidade. Aqui no Brasil estamos indo no mesmo caminho trilhado pelos americanos.</p>
<p align="justify">Muitos grupos de advogados e órgãos como o Public Interest Research e o Eletronic Privacy Information Center, estão bastante preocupados com a fusão da Google e Doublelick. Para esses opositores a Google está montando uma rede de acesso a dados pessoais muito agressiva. Uma das maiores preocupações é com quem a google compartilhará nossas informações pessoais, até que ponto podemos não permitir esse compartilhamento?</p>
<p align="justify">Até agora, a Google apenas garante que a maior parte dos usuários da Internet se preocupa mais com a conveniência do que com a privacidade. Pensam em Moutain View que somos bitolados e não nos incomodamos de usar seus serviços belos e gratuitos e troca de ter nossas informações pessoais vendidas aos anunciantes.</p>
<p align="justify">A Google ainda garante que todas as informações do nosso perfil vendidas para os anunciantes é anônima; eles não vendem informações sobre o Diego Cox, estão vendendo é a informação contida no login dcox, onde estão todas as informações sobre o que eu gosto ou não, por exemplo.</p>
<p align="justify">Até ai tudo bem, mas as informações ao meu respeito estão ficando cada vez mais completas e refinadas, esse é o perigo. Essa informação tende a se tornar tão especifica que qualquer anunciante poderá saber quem somos individualmente. E com certeza, não são apenas os anunciantes que nos preocupam. O que falar sobre as agencias do governo, monitoramento bancário e muito mais?</p>
<p align="justify">Alguns experts questionam se a privacidade é uma preocupação concentrada na geração antiga, com mais de quarenta anos. Citam o alto grau de exibicionismo contido em sites como o Orkut, MySpace e Youtube, tentando provar que a geração vinte e alguma coisa está mais empenhada em se exibir do que se resguardar.</p>
<p align="justify">Melhor do que qualquer grande empresa, a Google assimilou a essência da computação sobre demanda, conquistando uma enorme vantagem competitiva frente aos seus rivais. Software virou serviço, o qual a Google prove, simplificando e barateando a vida dos usuários de internet. Suas aplicações são de fácil aprendizado e utilização. Qualquer usuário pode agrupar seu e-mail, com noticias, seus documentos, sua agenda, lembrete de aniversários e muito, mas muito mais. Esse tipo de serviço, e acima de tudo cultura, ainda não está disponível para a maior parte da população, mas a Google acredita e investe no futuro.</p>
<p align="justify">Mas o modelo “on-demand” requer um extraordinário nível de confiança. Brigamos contra a dominação da Microsoft durante a última década, mas nossos documentos sempre estiveram salvos em nossas mãos e com acesso restrito. O que faz uma empresa como a Google com a minha informação, meus documentos, e meu histórico de buscas e navegação?</p>
<p align="justify">A Google escapa pela tangente a essa pergunta: filtram a minha informação para me exibirem uma publicidade relevante que reflitam meus reais interesses. Mas até que ponto quero exibir anúncios relevantes a mim para qualquer um que possa por acaso acessar meu perfil? Quais são os dados que a Google compartilha a meu respeito com os anunciantes, governo, ou qualquer outra entidade?</p>
<p align="justify">A nova onda de invasão de privacidade é um novo paradigma do meio, novas rodadas de negociações serão iniciadas, novas leis surgirão, quem sabe uma legislação especifica, e se tudo der certo, nós usuários ainda seremos capaz de “customizar” quais informações são ou não privadas a nosso respeito.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/privacidade" rel="tag">privacidade</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag">Publicidade</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/youtube" rel="tag">YouTube</a>]]></description>
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		<title>A nova Internet</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/14/a-nova-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 18:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img align="left" src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_reflexoes.jpg" alt="hd_reflexoes.jpg" /></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">De fato a revolução on-line antige limites cada vez mais abrangentes e inimaginados. Ainda me lembro lá pelo ano de 1996 quando o “Cadê?”, maior site de busca Brasil na geração “Web 1.0”, indexava a internet de forma manual. Isso atualmente parece patético, mas na época esse trabalho braçal fez do “Cadê?” a primeira grande potencia da internet tupiniquim.</p>
<p align="justify">A coisa evolui muito e muito rápido, vieram as bolhas, as novas descobertas, o Google, Yahoo, o ICQ virou MSN - a maior conquista on-line da Microsoft. Nessa fase da internet, pós 2000, o desafio era construir grandes sistemas inovadores que despertassem o interesse do público para aquele novo meio.<!--more--></p>
<p align="justify">As instituições financeiras como bancos e operadoras de cartões auxiliaram de forma bastante intensiva o aumento da credibilidade do meio e, criou uma base sólida para o surgimento do e-commerce – do jeito que conhecemos hoje.</p>
<p align="justify">Mas, isso também já é passado. Porque a reboque da mega popularização virtual vieram as redes sociais, os relacionamentos on-line, a participação do usuário, a democratização dos vídeos na web, os blogs e tudo aquilo que conhecemos como Web 2.0.</p>
<p align="justify">O CEO da Google, Eric Schmdit falou - <a target="_blank" href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/09/13/o-que-e-a-web-30-segundo-eric-schmidt/"><strong>a pouquíssimo tempo </strong></a>- que estávamos no final de uma era e que tudo iria mudar em breve. Em um momento complicado, talvez o mais delicado da historia da Google, onde o Facebook surgiu como um grande filão, se revelando uma esperança para as agonizantes Microsoft e Yahoo. A Google incia um movimento em cadeia que em menos de 24 horas muda de forma drástica a visão desse tão novo e turbulento mercado.</p>
<p align="justify">Talvez seja a maior idade da internet, dentro de todos esses acontecimentos algumas  lições já podem ser aprendidas.</p>
<p>1- Não serão mais os grandes sistemas que guiarão a rede e sim a integração de milhões de micro sistemas.<br />
2- A internet vai muito além do computador pessoal.<br />
3 - Cada vez mais a Microsoft lembra a IBM, será mesmo esse o futuro?<br />
4- Nossa privacidade estará cada vez mais invadida, formulas para proteção opcional da privacidade serão vistas como diferencial.</p>
<p>Concordam?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-3.0" rel="tag">web 3.0</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/youtube" rel="tag">YouTube</a>]]></description>
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		<title>Ações da Google atingem o valor de U$ 700</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/01/acoes-da-google-atingem-o-valor-de-u-700/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 20:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /> </p>
<p align="justify">Hoje as ações da Google ultrapassaram a barreira dos 700 dólares, esse fato gerou uma grande repercussão no mercado web. Realmente, esse valor é impressionante se considerarmos o fator valorização x tempo. Vale lembrar que as ações da Google ainda não sofreram nenhum “split” – que é aumentar o número de ações para reduzir o valor unitário do papel.</p>
<p align="justify">Com o valor de 700 dólares por ação a Google já multiplicou em mais de oito vezes o valor das suas ações desde seu lançamento, há três anos. Contudo, o mais interessante são os números da capitalização em mercado da Google.</p>
<p align="justify">Henry Blodget, da Silicon Alley Insider fez um rápido <a target="_blank" href="http://www.alleyinsider.com/2007/10/hey-look-whos-n.html"><strong>cálculo</strong></a> em torno da valorização de mais de vinte dólares por ação nos últimos dois dias. A Google vale atualmente algo em torno de 215 bilhões de dólares, impressionante!!<!--more--></p>
<p align="justify">Dessa forma a gigante de Moutain View ocupa agora a quinta posição no ranking das empresas mais valiosas da América.</p>
<p align="justify">A empresa mais valiosa dos EUA é a Axxon Mobil seguida pela General Eletric, Microsoft e AT&amp;T, respectivamente. A Google ultrapassou empresas como a Procter &amp; Gamble, Bank of America e o Citigroup. A empresa de Sergey Brin e Larry Page ainda é muito menor que as empresas que ultrapassou. A P&amp;G, por exemplo, tem um faturamento oito vezes maior e um lucro três vezes mais alto que a Google.</p>
<p align="justify">Sem dúvida a Google vem crescendo de forma muito acelerada, aqueles que nela investiram 10 mil dólares, por exemplo, no seu IPO, já conseguiram uma fortuna de 90 mil dólares, em três anos, belo retorno. Cabe apenas aos apostadores acertarem a data de quando essas ações perderão valor, se é que perderão. Mas por enquanto, podem abrir o champagne e comemorar.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/a%C3%A7%C3%B5es" rel="tag">ações</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag">Análises</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>]]></description>
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		<title>Google dá pistas sobre seu futuro nas redes sociais</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/10/15/google-da-pistas-sobre-seu-futuro-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 18:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/06/hd_social_ntw2.jpg" alt="hd_social_ntw2.jpg" /> </p>
<p align="justify">Algumas semanas depois do CEO da Microsoft, <a target="_blank" href="http://www.portfolio.com/views/blogs/daily-brief/2007/10/02/fad-or-feint-microsofts-ballmer-on-facebook">Steve Ballmer</a>, declarar que o fenômeno das redes sociais é apenas mais uma modinha passageira, Eric Schmidt que ocupa o mesmo cargo - só que na Google - revelou como a empresa de Moutain View enxerga esse grande “boom” da internet.</p>
<p align="justify">“As pessoas não se preocupam em relação ao número de page views provenientes das redes sociais”, declarou Eric à um grupo eclético de jornalistas, parceiros, politicos e curiosos durante a conferencia anual conhecida como Zeitgeist. Segundo Schmidt as redes sociais representam uma enorme parcela do tráfego on-line. “Esse tráfego é real, esse fenômeno é muito real”.<!--more--></p>
<p align="justify">Em uma outra conversa, dessa vez junto com os fundadores da Google Larry Page e Sergey Brin, Erich Schmidt fez uma pergunta aos jornalistas presentes: Qual a estratégia da Google para participar do sucesso das redes sociais?</p>
<p align="justify">Eric Schmidt confessou para o próximo ano a Google está planejando utilizar seus dados para traçar um perfil social entre seus usuários. Seria algo como um “mapa social” mundial, com o objetivo de melhorar os serviços da empresa.</p>
<p align="justify">Schmidt disse ao público que a intenção da Google não é a de comprar o Facebook e sim vender publicidade para o site, uma parceria que atualmente é exclusiva da Microsoft. O Orkut – a rede social da Google – também foi citado na conversa; para Eric Schmidt o modelo de receita da plataforma também gira em torno da publicidade como é feito no MySpce – maior rede social da internet.</p>
<p align="justify">Eric Schmidt também comentou sobre a especulação que gira em torno do Facebook. Segundo <a target="_blank" href="http://kara.allthingsd.com/20071011/update-of-facebook-funding-update-googles-hail-mary-pass">veículos conceituados</a> a Google não estaria apenas interessada em vender publicidade e seu “mapa social” à essa rede, Segundo fontes a gigante de Moutain View também tem interesse em adquirir a plataforma de sucesso relâmpago. Mas quanto ao flerte entre a Google e o Facebook Schmidt preferiu ficar de boca fechada.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		<title>As redes sociais e a nova bolha digital</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/09/19/as-redes-sociais-e-a-nova-bolha-digital/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/09/19/as-redes-sociais-e-a-nova-bolha-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 18:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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<dc:subject>Análises</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Curiosidades</dc:subject><dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Redes Sociais</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
		<guid isPermaLink="false">http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/09/19/as-redes-sociais-e-a-nova-bolha-digital/</guid>
		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/06/hd_social_ntw2.jpg" alt="hd_social_ntw2.jpg" /> </p>
<p align="justify">Se o Facebook, Orkut, MySpace e outras redes sociais ainda não são suficientes para preencher todas as necessidades dos consumidores, não tem problema. Existem, pelo menos, mais uma dúzia de sites sociais especializados em nichos específicos.</p>
<p align="justify">Durante a conferencia <a target="_blank" href="http://www.techcrunch40.com/2007/index.php"><strong>TechCrunch40</strong></a>, realizada em São Francisco na última Segunda e Terça-feira, um dos blogs, de tecnologia, mais populares da internet dedicou dois dias para palestras em torno de start-ups. Os projetos de redes sociais foram o centro das discussões.<!--more--></p>
<p align="justify">Iniciando sua jornada on-line está o <a target="_blank" href="http://www.gather.com/"><strong>Gather</strong></a>, batizado como um “Myspace Escolar” que oferece menos firulas e mais widgets acadêmicos. O projeto já atraiu mais de 20 milhões de dólares em investimentos. Ainda na área acadêmica foi lançado o <a target="_blank" href="http://www.shelfari.com/"><strong>Shelfari</strong></a>, um site para estudantes e professores trocarem idéias.</p>
<p align="justify">O pessoal de entretenimento também está apostando pesado em redes sociais para seu nicho, existem mais de cinqüenta empresas querendo chamar a atenção de investidores e repórteres. Nesse segmento se destacam: o <a target="_blank" href="http://www.flowplay.com/"><strong>Flowplay</strong></a>, mais um mundo virtual para adolescentes, o <a target="_blank" href="http://www.dancejam.com/"><strong>Dancejam</strong></a>, site baseado na cultura musical do usuário e o <a target="_blank" href="http://www.ipartee.com/"><strong>Ipartee</strong></a>, comunidade on-line que encontra e relaciona as melhores festas da cidade ao perfil do usuário.</p>
<p align="justify">A ThisNext aposta no comercio eletrônico, indicando todos os produtos que a rede do usuário está consumindo. Para o seu fundador, Alyson Wilson, os amigos geralmente compram o que seus amigos estão comprando. O discurso da <a target="_blank" href="http://www.thisnext.com/"><strong>ThisNext</strong></a> está tão redondo que o grupo <a target="_blank" href="http://www.clearstone.com/content/html/home.htm"><strong>Clearstone Venture Partners</strong></a> comprou a idéia e está investindo no produto.</p>
<p align="justify">No entanto, parece que as lições do passado não foram assimiladas pela galera que embarcou na onda das redes sociais. A proliferação desse mercado não deixa dúvidas que os sites sociais estão criando mais uma bolha digital. Certamente 90% desses produtos não alcançarão seu segundo ano de vida, ou serão absorvidos por sites maiores – alias, presumo que essa seja a maior aposta dos criadores dessas novas redes.</p>
<p align="justify">Por isso continuo apostando no Facebook e me pergunto: Quem vai abocanhar essa maravilha do mercado de redes sociais? Apostaria na Microsoft ou Yahoo, mas a Google sempre é um comprador em potencial e essa já é outra história&#8230;</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag">Análises</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/curiosidades" rel="tag">Curiosidades</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Afinal quantos iPhones já foram vendidos?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/24/afinal-quantos-iphones-ja-foram-vendidos/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/24/afinal-quantos-iphones-ja-foram-vendidos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 19:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>
<dc:subject>Apple</dc:subject><dc:subject>at&amp;t</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>iphone</dc:subject><dc:subject>Mobile</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/02/banner_iphone.jpg" alt="Banner iphone" /></p>
<p align="justify">Foi divulgada a primeira, e decepcionante, parcial das vendas do iPhone. A AT&amp;T divulgou que cerca de <a href="http://biz.yahoo.com/ap/070724/earns_at_t.html?.v=5" target="_blank">146.000 aparelhos foram ativados </a>entre os dias 29 e 30 de junho, os dois primeiros dias após o lançamento do novo gadget da Apple. O iPhone deve, obrigatoriamente, ser desbloqueado pela AT&amp;T antes de poder efetuar ligações ou conectar a internet.</p>
<p align="justify">Apesar de muitos analistas garantirem que as vendas do iPhone superaram a marca dos 500 a 700 mil aparelhos, a AT&amp;T comprovou através de documentos o baixo número de ativações.<!--more--></p>
<p align="justify">Contudo os números divulgados correspondem apenas aos dois primeiros dias de venda – 29 e 30 de junho – refletindo a dificuldade dos consumidores em conectar os servidores da AT&amp;T nessa corrida desenfreada pela aquisição do iPhone. Muitos dos compradores tiveram que esperar até o dia primeiro de julho, domingo, para finalmente conseguirem ativar seus telefones. Muitos consumidores adquiriram mais de um aparelho, esperando que os estoques acabem e o preço do gadget suba.</p>
<p align="justify">Claro, todo esse rebuliço atingiu diretamente as ações da empresa de Steve Jobs que caíram rapidamente depois que começaram a surgir notícias sobre problemas de ativação do aparelho. A empresa pretende incluir as vendas do mês de junho nos seu balanço do terceiro semestre, será divulgado na próxima Quarta-feira, amanhã.</p>
<p align="justify">O analista da empresa especializada Piper Jeffray, Gene Munster, tem a expectativa que mais de 500 mil aparelhos tenham sido vendidos nos dois primeiros dias e espera que  mais de três milhões de aparelhos sejam vendidos até o final de 2007. Dessa forma a declaração da AT&amp;T foi um tiro no pé para a Apple, seria bastante produtivo que a empresa orientasse sua parceira a tomar mais cuidado ao revelar uma informação tão estratégica para a imprensa, <a href="http://www.cnbc.com/id/19931486" target="_blank">declarou o analista para a CNBC</a>.</p>
<p align="justify">De fato os números da AT&amp;T não correspondem exatamente ao número de aparelhos vendidos. Levando em consideração o grande problema causado pela operadora na ativação dos aparelhos, não é difícil presumir que a Apple tenha vendido os 500 mil aparelhos pretendidos entre os dias 29 e 30 de junho.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/apple" rel="tag">Apple</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/at%26t" rel="tag">at&t</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/iphone" rel="tag">iphone</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/mobile" rel="tag">Mobile</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>O futuro dos sites corporativos</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/17/o-futuro-dos-sites-corporativos/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/17/o-futuro-dos-sites-corporativos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2007 18:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>
<dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_reflexoes.jpg" alt="hd_reflexoes.jpg" /> </p>
<p align="justify">Outro dia respondi uma pesquisa para uma grande empresa que esta querendo reformular seu site, a pessoa ao telefone me perguntou qual era minha opinião em relação ao futuro dos sites corporativos nos próximos 3-5 anos.</p>
<p align="justify">O objetivo da pesquisa era reunir opiniões de especialistas em web para traçar estratégias de longo prazo para o futuro na empresa na internet. Achei o “approach” e a proposta da pesquisa muito interessantes. Por isso comecei a anotar as sugestões que falava ao pesquisador.<!--more--></p>
<p align="justify">Resumindo o que penso a respeito do futuro dos sites corporativos nos próximos quatro ou cinco anos é:</p>
<ol>
<li>
<p align="justify">O conteúdo será amorfo ( será disponibilizado de várias formas, desde RSS até widgets e badges).</p>
</li>
<li>
<p align="justify">O conteúdo será ubíquo (poderá ser acessado a partir de vários pontos, PC, celular, PDAs, etc).</p>
</li>
<li>
<p align="justify">A comunicação deixará de ser assíncrona e passará a ser totalmente em tempo real.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">Os atuais sites corporativos serão irrelevantes, serão transformados em sites de comunidades.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">Empregados e consumidores se comunicarão em tempo real, de forma transparente, aberta e colaborativa. Podemos comprovar essa teoria a partir de plataformas que começaram a surgir como o Facebook e o <a target="_blank" href="http://publicsquarehq.com/">PublicSuquare</a>.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">Os sites corporativos serão mais “humanos” e os funcionários no papel de persona guiarão a comunidade.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">Videos on-line será um fator importante, também vídeos ao vivo.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">O maketing corporativo on-line irá além do domínio da empresa na web, a comunicação será realizada em vários lugares e plataformas on-line. Assim, ocorrerá uma descentralização da informação e comunicação saindo, exclusivamente, de dentro do site para toda a internet.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">A teoria que a marca é feita por aqueles que estão envolvidos na comunicação se provará verdadeira.</p>
</li>
<li>
<p align="justify">Qualquer empresa será uma companhia de mídia (mesmo se ainda não forem) e seus funcionários e consumidores criarão a mídia coletiva, muito mais poderosa que a tradicional.</p>
</li>
</ol>
<p align="justify">Existem diversos exemplos concretos, muitas das funcionalidades citadas já existem e muitas empresas já estão adotando essa nova tendência, sem dúvidas essas empresas estão saindo na frente nessa corrida ao futuro da web corporative e institucional.</p>
<p align="justify">E você o que pensa sobre sites corporativos daqui a 3-5 anos?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Chegou a hora dos resultados</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/16/chegou-a-hora-dos-resultados/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/16/chegou-a-hora-dos-resultados/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 20:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Yahoo!]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>

		<category><![CDATA[Análises]]></category>
<dc:subject>Análises</dc:subject><dc:subject>balanços</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>financeiro</dc:subject><dc:subject>Google</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Microsoft</dc:subject><dc:subject>Yahoo!</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_seo.jpg" alt="hd_seo.jpg" /> </p>
<p align="justify">Quatro vezes por ano, as empresas públicas – aquelas que têm ações na bolsa de valores – são obrigadas a divulgar seus balanços financeiros, a fim de demonstrar aos investidores onde a empresa esta gastando e lucrando.</p>
<p align="justify">Algumas das maiores empresas de tecnologia divulgarão essa semana seus balanços, muitos revelam algumas pistas da expectativa para o segundo semestre. A seguir algumas dessas pistas encontradas nos resultados das três principais concorrentes do mercado on-line, Google, Microsoft e Yahoo!.<!--more--></p>
<p><strong>Yahoo (YHOO)</strong><br />
Terça-feira 17 de julho<br />
Serviço on-line de conteúdo e publicidade</p>
<p align="justify">A maioria dos analistas especula, de acordo com a Thomson Financial: as ações da Yahoo! terão uma valorização de 11 centavos de dólar o que equivale a uma receita de U$1,24 bilhões no ano de 2007.</p>
<p align="justify">A Yahoo! é um dos sites de conteúdo mais popular da internet além de um grande player da publicidade on-line. Analistas de mercado querem saber qual a visão do co-fundador e atual CEO da empresa, Jerry Yang, em relação a estratégia para vencer a luta com a Google dentro do mercado de buscas on-line.</p>
<p><strong>Google (GOOG)</strong><br />
Quinta-feira 19 de julho<br />
Publicidade e serviços on-line</p>
<p align="justify">A maioria dos analistas especula, de acordo com a Thomson Financial: as ações da Google terão uma valorização de U$ 3,57 de dólar o que equivale a uma receita de U$2,67 bilhões no ano de 2007.</p>
<p align="justify">A Google se transformou na maior máquina de lucros do Vale do Silício; a maioria das pesquisas demonstram que a empresa de Moutain View continua a ganhar terreno no mercado de buscas e, a sua liderança em receitas provenientes de publicidade continua imbatível.</p>
<p align="justify">Os investidores querem saber quais as últimas novidades na relação de amor e ódio da empresa com o eBay, o mercado está curioso por notícias dos planos da Google para o mercado de telefonia móvel.</p>
<p><strong>Microsoft (MSFT)</strong><br />
Quinta-feira 19 de julho<br />
Softwares, serviços e publicidade on-line</p>
<p align="justify">A maioria dos analistas especula, de acordo com a Thomson Financial: as ações da Microsoft terão uma valorização de U$ 0,39 de dólar o que equivale a uma receita de U$13,28 bilhões no ano de 2007.</p>
<p align="justify">A mídia está focada no novo Windows Vista, mas os analistas consideram que a adaptação dos usuários ao novo sistema operacional reduzirá os lucros da empresa nesse ano. O Xbox 360 também dará um prejuízo de mais de um bilhão de dólares para a empresa de Bill Gates, o prejuízo será proveniente de erros de projeto e design cometidos na concepção do console. A boa e inesperada notícia é a venda recorde do novo Office 2007.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag">Análises</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/balan%C3%A7os" rel="tag">balanços</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/financeiro" rel="tag">financeiro</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/yahoo%21" rel="tag">Yahoo!</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Bye Bye Terry Semel</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/21/bye-bye-terry-semel/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/21/bye-bye-terry-semel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 19:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Yahoo!]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>
<dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>semel</dc:subject><dc:subject>terry</dc:subject><dc:subject>Yahoo!</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/02/hd_semel.jpg" alt="hd_semel.jpg" /> </p>
<p align="justify">Definitivamente o reinado do CEO da Yahoo! chegou a um final nada feliz. Depois de irritar os investidores com o <a target="_blank" href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/02/28/querem-a-cabeca-do-ceo-da-yahoo/"><strong>baixo retorno da empresa</strong></a>, a reputação do CEO da Yahoo!, Terry Semel, foi pelo ralo. A sua chegada foi triunfal, salvou o Yahoo! da ameaça de extinção, mas Semel foi incapaz de criar uma nova estratégia para salvar o site mais popular da internet do fracasso.</p>
<p align="justify">Os problemas da Yahoo! estão aparentes a tempos, Semel não conseguiu criar estratégias que ameaçassem a Google, que cresce dia após dia, mais e mais dominando o mercado de buscas. O CEO também teve uma atuação bastante apática frente ao crescimento do MySpace no mercado de plataformas sociais. Até mesmo em questões de negociações Terry Semel se revelou uma piada, conseguiu perder dois negócios cruciais para a empresa, a aquisição do Facebook e do Youtube.<!--more--></p>
<p align="justify">Quando desembarcou na Yahoo!, Semel tinha muito prestígio conquistado em seus tempos de executivo de Hollywood. Prometeu transformar a Yahoo em um estúdio web, claro esse plano foi abandonado há muito tempo. O máximo que Semel conseguiu foi deixar a empresa em uma situação cada vez mais delicada. Esse colapso está se refletindo em todos os âmbitos, não só financeiramente a empresa anda mal, seus maiores talentos estão migrando para empresas concorrentes ou novos start-ups.</p>
<p align="justify">Todos esses fracassos e problemas precipitaram a saída do CEO, a previsão era para o final do ano, mas Semel não resistiu a pressão. O co-fundador Jerry Yang assumiu provisoriamente o lugar do CEO até que um substituto seja contratado.</p>
<p align="justify">Susan Decker foi promovida do cargo de CFO para Presidente, Decker merece a promoção como CFO criou e aproveitou uma série de oportunidades que renderam bons lucros para a empresa. A CFO também liderou o grupo que desenvolveu o novo sistema de gestão publicitária da Yahoo, o Panamá, supostamente desenvolvido para competir como AdWords da Google.</p>
<p align="justify">Dessa forma Susan irá assumir toda a operação da empresa, caso e executiva tenha o desejo de colocar e empresa nos trilhos e fazer as pazes com os investidores poderá ser eleita CEO, rapidamente. Caso Susan não queira assumir esse risco a Yahoo! terá que ir em busca de um executivo que preencha os requisitos para assumir o posto de CEO. Outra solução seria a união da empresa com a Microsoft, mas isso nos corredores da empresa soa como derrota.</p>
<p align="justify">Será que a empresa mais tradicional da web conseguirá sair dessa sinuca de bico?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/semel" rel="tag">semel</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/terry" rel="tag">terry</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/yahoo%21" rel="tag">Yahoo!</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Esse não são os problemas do MySpace. Ou são?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/18/esse-nao-sao-os-problemas-do-myspace-ou-sao/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/18/esse-nao-sao-os-problemas-do-myspace-ou-sao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2007 16:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
<dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>facebook</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>linkedin</dc:subject><dc:subject>Myspace</dc:subject><dc:subject>Redes Sociais</dc:subject>
		<guid isPermaLink="false">http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/18/esse-nao-sao-os-problemas-do-myspace-ou-sao/</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_mypace_china.jpg" alt="hd_mypace_china.jpg" /> </p>
<p align="justify">Sem dúvida o MySpace está conquistando alguns inimigos aqui ou ali. Isso é previsível e esperado, mas caso você também queira odiar o MySpace apresente algumas razões válidas. A mídia social é um tema bastante interessante, a idéia de formar uma comunicação própria, verbalizando seus pontos de vista e revelando as verdadeiras cores da sua personalidade são muito intrigantes.</p>
<p align="justify">O Blog AC People Media Company, <a target="_blank" href="http://www.associatedcontent.com/article/75401/my_top_eight_reasons_for_hating_myspacecom.html"><strong>publicou as 8 maiores razões para odiarmos o MySpace</strong></a>. Apesar de não ser grande fã do MySpace as 8 razões citadas pelo artigo são exatamente os pontos fortes do MySpace, na minha opinião. Por isso vou colocar meu ponto de vista em todos os itens. Como eu escrevi antes, existem diversas razões para condenar o MySpace, mas para malhar ou falar bem que sejam utilizados argumentos reais.<br />
<!--more--></p>
<p align="justify"><strong>1. Você não é um programador de HTML, a página demora muito para ser carregada</strong> – A maioria dos usuários do MySpace não são tecnicamente safos, necessitam o auxilio de ferramentas e widgets para atualizar ou modificar o layout de seus perfis. Como resultado temos htmls pesados, cheio de códigos inúteis que prejudicam o desempenho das páginas.</p>
<p align="justify">Vamos analisar essas informações, de fato a maioria dos usuários do MySpace são tecnicamente fracos, a maioria dos usuários tem a idade dos meus pais. Dessa forma essas ferramentas auxiliam a confecção, alteração e gerenciamentos dos html e css de um perfil. Na realidade não é o código que deixa uma página lenta e sim a quantidades de imagens, áudios e vídeos que são exibidos nessa página. Dentro do conceito do MySpace esse material é importantíssimo, é mais importante um perfil lento, mas completo do que um perfil ultra-rápido sem informações elementares.</p>
<p align="justify"><strong>2. Quem decidiu que 8 era o limite?</strong> – Isso era no passado, atualmente o usuário pode criar uma lista dos Top 16.</p>
<p align="justify">A argumentação não é em torno do número de favoritos e sim do conceito de poder classificar seus Top “alguma coisa”. Essa é uma idéia fantástica, tão boa que já foi copiada por diversas plataformas como a T-Mobile que criou o <a target="_blank" href="http://www.t-mobile.com/shop/plans/Demos/myFavesDemo.aspx">Fave Five</a>. Dessa forma, não devemos discutir a quantidade e sim o conceito.</p>
<p align="justify"><strong>3. Sua música é muito ruim</strong> – Me desculpe se minha música não presta, mas essa é a forma de me expressar e expor meus interesses. Nem todos têm o mesmo gosto musical.</p>
<p align="justify">A diversidade encontrada no Myspace possibilita a descoberta por novos gostos musicais.  Dessa forma a plataforma possibilita ampliar seu público, caso você não goste do meu estilo musical não existe nenhuma obrigação de ouvi-lo.</p>
<p align="justify"><strong>4. Esses dados não são seus</strong> – Algumas pessoas realmente mentem sobre as informações incluídas no seu perfil, sem problemas. Geralmente incluímos amigos, que conhecemos pessoalmente, esses nós sabemos qual a idade, religião, gostos, etc. Isso só se torna um problema quando você decide navegar em novos mundos, mas esses riscos também correram na vida real.</p>
<p align="justify"><strong>5. Suas fotos são falsas</strong> – Bem, os usuários de qualquer plataforma social podem utilizar fotos falsas. Esse problema não é exclusivo do MySpace, isso acontece também no Orkut, facebook e etc. Dessa forma voltamos ao ponto do item quatro. Você sabe quem e como são seus amigos, optando por uma navegação em novos mundos esse risco deve ser levado em conta.</p>
<p align="justify"><strong>6. Seu pai está muito orgulhoso</strong> - O Facebook, Flickr, Fotolog e todas as outras plataformas que hospedam imagens têm fotos de festas, e daí? Se você deseja postar fotos de festas ou sérias, é um problema exclusivamente seu. O MySpace apenas oferece uma plataforma livre onde o usuário escolhe como será a sua conduta.</p>
<p align="justify"><strong>7. Não somos amigos</strong> - Repetindo, o MySpace oferece a chance dos usuários aprovarem os pedidos de amizade. Por que não aprovar apenas seus amigos? Sem dúvida existem spammers, fakers e tudo mais, mas em qual rede on-line não existem esses piratas? Quantos spams recebo por dia, aqui mesmo, nesse blog? Faça uma rede social real, permita que apenas pessoas interessantes desfrute da sua amizade.</p>
<p align="justify"><strong>8. São todos uns perdedores</strong> – Alguns pensam que os usuários do MySpace são perdedores, os famosos losers. Contudo o MySpace é mais uma plataforma social assim como o Facebook, Orkut, Linkedin e muitas outras que habitam a grande rede. O MySpace é apenas mais uma oportunidade do internauta se expressar na rede, mostrar sua criatividade e quem realmente é. Por isso  a médio prazo a plataforma continuará sendo a líder do seu segmento.</p>
<p align="justify">Sinceramente não quero atacar um ou defender o outro. Apenas achei muito curioso que os 8 pontos atacados no artigo são exatamente os pontos de força da plataforma. Existem motivos como <a target="_blank" href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/05/28/o-facebook-pode-vencer-a-batalha-frente-ao-myspace/"><strong>esse</strong></a> e <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/05/porque-eu-desisti-do-orkut-e-escolhi-o-facebook/"><strong>esse outro</strong> </a>que demonstram as fraquesas do Myspace de forma mais realista.<br />
 </p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/facebook" rel="tag">facebook</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/linkedin" rel="tag">linkedin</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/myspace" rel="tag">Myspace</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>A publicidade on-line está conquistando anunciantes dos outros meios</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/15/a-publicidade-on-line-esta-conquistando-anunciantes-dos-outros-meios/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 15:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>
<dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Publicidade</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_publicidade.jpg" alt="hd_publicidade.jpg" /> </p>
<p align="justify">O primeiro quarto do ano não foi muito bom para a publicidade, nos EUA. Quase todos os meios fecharam em queda, apenas os anúncios em revistas e na internet fecharam com resultados positivos em relação ao mesmo período do ano passado, todos os outros meios de mídia tiveram um resultado inferior.</p>
<p align="justify">A publicidade em revistas cresceu 4.4% em relação ao ano passado, já os anúncios on-line cresceram mais de 16% provando que a internet é realmente o meio de mídia que mais está crescendo atualmente. Essa queda dos números em meios tradicionais como a TV e o Rádio refletem diretamente a convergência que fica cada vez mais forte. De fato, hoje podemos perceber através de vários tipos de análises que a internet é a maior plataforma de convergência de meios. Os resultados publicitários desse primeiro quadrimestre apenas reforçam essa tese.<!--more--></p>
<p align="justify">De acordo com o <a target="_blank" href="http://home.businesswire.com/portal/site/google/index.jsp?ndmViewId=news_view&amp;newsId=20070606005799&amp;newsLang=en"><strong>Interactive Advertising Bureau</strong></a>, os anúncios on-line atingiram a casa dos 4,9 bilhões de dólares nos primeiros quatro meses do ano, um crescimento modesto comparado com os 4,8 bilhões do mesmo período no ano passado, o relatório engloba anúncios em sites de conteúdo e buscas. Outro relatório, da <a target="_blank" href="http://www.tns-mi.com/news/06052007.htm"><strong>TNS Media Inteligence</strong></a> revelou que a internet continua ganhando mercado da mídia impressa e da televisão.</p>
<p align="justify">O volume financeiro da publicidade on-line supera apenas o do rádio, os outros meios de mídia ainda faturam muito mais dinheiro que a internet, contudo seguindo a tendência dos últimos dois anos em três anos os anúncios da web serão superiores a jornais e revistas, em cinco ou seis anos será superior ao volume de anúncios vendidos na TV. Será?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag">Publicidade</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>O iPhone será Web 2.0 friendly?</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/12/o-iphone-sera-web-20-friendly/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 17:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>
<dc:subject>Apple</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/02/banner_iphone.jpg" alt="Banner iphone" /></p>
<p align="justify">O iPhone terá a capacidade de executar aplicações Web 2.0 de terceiros assim que estiver disponível nas lojas no dia 29 de junho. A Apple convidou os desenvolvedores para criarem aplicativos que façam algum link aos serviços do iPhone como: realização de chamadas, envio de e-mails e mashups para o Google Maps.</p>
<p align="justify">O CEO da empresa, Steve Jobs, declarou que os desenvolvedores e os usuários ficarão muito bem impressionados de como essas aplicações funcionam bem no iPhone. Jobs completou dizendo que aplicações Web 2.0 tornarão o iPhone ainda mais atraente e útil.<!--more--></p>
<p align="justify">Mark Blowers, analista sênior do Butler Group, revelou a imprensa que os desenvolvedores da sua empresa estão focados em aplicativos para o novo gadget. Com o lançamento do iPhone a Apple desencadeará uma corrida no desenvolvimento de softwares de terceiros para o produto.</p>
<p align="justify">A maior barreira para o sucesso desse novo mercado que se iniciará no final do mês continua sendo o preço do aparelho. Com o custo mínimo de 599 dólares o iPhone será um artigo de alto luxo, pelo menos nos meses que sucederem o lançamento. Para o gadget se tornar popular é necessária a criação de aplicativos que o integre com outros sistemas.</p>
<p align="justify">A Apple deseja que o iPhone tenha uma plataforma colaborativa desenvolvida por uma comunidade que aposte no futuro da telefonia celular. Não existe a intenção de quebrar o mercado, o iPhone nasce de um conceito inovador e para não abandonar seu foco deve apostar do conceito colaborativo incentivando outras empresas a criarem aplicações que se integrem ao iPhone além de integrar o iPhone a outros sistemas.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/apple" rel="tag">Apple</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>A blogosfera está conquistando cada vez mais credibilidade</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/05/a-blogosfera-esta-conquistando-cada-vez-mais-credibilidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2007 16:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
<dc:subject>blog</dc:subject><dc:subject>blogosfera</dc:subject><dc:subject>blogueiros</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Redes Sociais</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_post.jpg" alt="hd_post.jpg" /> </p>
<p align="justify">Durante o ano milhões de pessoas criam um blog, o universo da blogosfera está crescendo de forma exponencial, e isso não é de hoje.</p>
<p align="justify">Existem hoje cerca de 15 milhões de blogs ativos que são visitados por mais de 57 milhões de internautas diariamente, esses números dão uma grande credibilidade, poder e influencia à blogosfera. Os blogs já se tornaram fontes de informação oficial para veículos de mídia e empresas.<!--more--></p>
<p align="justify">Para ilustrar esse contexto; há algumas semanas atrás o respeitado blog de tecnologia Engadget publicou um artigo relatando que o iPhone e o Leopard iriam sofrer grandes atrasos de lançamento. Imediatamente o valor das ações da Apple caiu criando uma perda de aproximadamente 4 bilhões de dólares no mercado financeiro – em algumas horas -, até que constataram que a informação era falsa. A Apple não conseguiu recuperar essa perda tão repentina durante o mesmo dia.</p>
<p align="justify">Uma das maiores razões de um blog causar tanto impacto é a credibilidade junto aos seus leitores. Em fevereiro uma pesquisa realizada pela We Media e Zogby Interactive revelou que, 72% dos adultos estão insatisfeitos com a qualidade do jornalismo americano, outros 55% declararam que os blogs são o futuro do jornalismo americano e 74% pensam que o jornalismo cidadão, o jornalismo colaborativo e o conteúdo gerado pelo usuário são o futuro do jornalismo mundial.</p>
<p align="justify">Os consumidores já consultam blogs especializados para decidir uma compra. No final de 2006 uma pesquisa do instituto Ipsos MORI revelou que os blogs são fontes de informação mais confiáveis que publicidade ou e-mail marketing. Um terço dos entrevistados disseram que eles decidem qual produto irão comprar após ler artigos negativos em blogs, enquanto 52% decidem a compra após ler artigos positivos. Dessa forma, os blogs estão mudando o hábito de consumo dos indivíduos.</p>
<p align="justify">Com toda essa informação o site Advertising Age traçou um excelente <strong><a target="_blank" href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/06/blogs.pdf">perfil demográfico da Blogosfera</a></strong>. Confira aqui.</p>
<p align="justify">Mas por que a credibilidade de um blog é maior do que a de um veículo oficial? Não é porque um blog não seja tendencioso ou imparcial. Na realidade um blog pode ser até mais tendencioso do que um veículo de mídia tradicional. A diferença é que o autor de um artigo dentro é um blog é percebido pelo leitor como uma pessoa muito mais próxima que um jornalista.</p>
<p align="justify">A opinião pessoal de um blogueiro é totalmente baseada na sua experiência e percepção, já um jornalista que escreve para um grande veículo deve seguir uma linha editorial, esse talvez seja o grande motivo para os internautas confiarem tanto em uma informação veiculada dentro de um blog.</p>
<p>Adaptado do artigo &#8220;<em><a target="_blank" href="http://adage.com/digital/article?article_id=116998">Who Blogs</a></em>&#8221; do <a target="_blank" href="http://adage.com/">Advertising Age</a>.</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/blog" rel="tag">blog</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/blogosfera" rel="tag">blogosfera</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/blogueiros" rel="tag">blogueiros</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Confirmado. Google compra o Feedburner</title>
		<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/01/confirmado-google-compra-o-feedburner/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/01/confirmado-google-compra-o-feedburner/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 19:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>

		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
<dc:subject>aquisição</dc:subject><dc:subject>aquisicao</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Empresas</dc:subject><dc:subject>feedburner</dc:subject><dc:subject>Google</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_feedburner.jpg" alt="hd_feedburner.jpg" /> </p>
<p align="justify">Os rumores se tornaram realidade, está confirmada a aquisicao do Feedburner pela Google. As razões para essa aqusicao são muitas, mas essas são as principais: será uma importante ferramenta para o Analytics e uma nova funcionalidade para o AdWords. O serviçoo também poderá oferecer diversas informações muito úteis ao Google Reader, para filtrar os artigos mais populares, relevantes e interessantes podendo oferecer aos blogueiros feeds sem a necessidade de “queima-los” no Feedburner.</p>
<p align="justify">O FeedBurner é uma ferramenta importante para os editores de blogs que auxilia a inscrição de seus leitores em Feeds RSS, gerando receita publicitária e tornando seu conteúdo mais acessível. A Google acredita que o conteúdo baseado em Feeds está criando um espaço onde é possível gerar valor aos usuários, anunciantes e editores.<!--more--></p>
<p align="justify">A equipe do Feedburner está otimista <a target="_blank" href="http://blogs.feedburner.com/feedburner/archives/2007/06/feedburner_google.php">segundo nota divulgada </a>no blog oficial da empresa. Se isso não é uma boa novidade para você que usa o Feedburner é possível se descadastrar do serviço enviando um email para <a href="mailto:accountx@feedburner.com">accountx@feedburner.com</a> até o dia 15 de junho. Optando por sair do serviço o usuário terá sua conta permanentemente excluída e todo o histórico de seus feeds. Dessa forma seus dados não serão enviados para a Google.</p>
<p>Será que alguém vai abandonar o Feedburner logo agora que o jogo ficará bom?</p>
<a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/aquisi%C3%A7%C3%A3o" rel="tag">aquisição</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/aquisicao" rel="tag">aquisicao</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag">Conjunturas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag">Empresas</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/feedburner" rel="tag">feedburner</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag">Google</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag">Internet</a>, <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag">Web 2.0</a>]]></description>
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