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As redes sociais e a publicidade on-line

por: Diego Cox - Terça-feira, 2 de Outubro de 2007
Esse artigo foi visualizado 1,542 vezes.

hd_publicidade.jpg 

Existem diversas opiniões sobre o impacto – positivo ou negativo – das campanhas publicitárias desenvolvidas para redes sociais. Já temos alguns poucos – mas bons - exemplos dessa nova tendência do mercado da publicidade on-line.

Uma campanha que gerou resultado positivo foi a dos chocolates Cadbury, na tentativa de re-introduzir suas barras Wispa a partir de uma ação on-line. De acordo com o Pixelblog a campanha gerou mais de 14 mil assinaturas nos grupos criados dentro do Facebook, a aceitação do produto é muito maior do que a estimada pelo núcleo de marketing da empresa.

Já o banco HSBC destinou parte da sua verba publicitária para realizar novas formas de propaganda, a idéia era disponibilizar empréstimos sem juros para estudantes que estivessem se formando ou ingressando na universidade nesse verão (americano). A campanha – no Facebook - não obteve o retorno esperado e foi rapidamente abandonada.

Numa primeira análise é difícil perceber algum link entre uma campanha de chocolates e uma de um banco, mas o Facebook tem as respostas que procuramos. Como em qualquer veículo existem produtos que repercutem e outros não, no caso do chocolate o sucesso da campanha foi instantâneo pelo fato de ser um produto muito conhecido pelos americanos. A retirada do Wispa do mercado criou uma legião de órfãos amantes do produto, por isso foi muito simples e rápida a conquista de milhares de assinaturas.

Já no caso do HSBC o produto oferecido é menos conhecido e cria um grande receio por parte do consumidor, afinal empréstimos a juros zero é quase um presente do Papai Noel. E esse foi o motivo do fracasso, pelo que tudo indica redes sociais são bons lugares para produtos populares, lançamentos e novidades devem antes ser divulgados – primeiramente - em mídias mais convencionais.

Contudo ambos os exemplos ilustram a crescente influencia das redes sociais para a o “branding” de grandes marcas.



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Comentários

Comentário de Rodrigo Cunha
Data/Hora: 7 de Outubro de 2007 - 13:46

Bom artigo. Concordo em gênero e número com os seus argumentos. Porém, é certo que a publicidade online só funciona para determinados tipos de produtos/serviços.

Acho muito difícil publicidade de banco emplacar. Acredito em coisas que mexem mais com ‘emoção’, digamos dessa forma.

abcs.

Comentário de Alexandre
Data/Hora: 24 de Julho de 2008 - 15:13

A internet ganha do Rádio e Televisão pela seguinte questão, nos anúncios da internet o cliente paga por click, na televisão ou rádio o cliente paga pelo tempo de uso.
500 mil de reais na Rede Globo, são apenas 30 segundos (uma média) no Jornal Nacional ou Novela das 8, agora divida os 500 mil reais em 0,30 de reais (por click), vamos obter mais de 1,5 milhão de visitas, porém, de usuários que “realmente” querem conhecer o produto. Enquanto na televisão a publicidade foi “jogada” ao ar!

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